Domingo, 10 de maio de 2015 - 10h00

Zona Leste será beneficiada, informa superintendente
Márcio Rogério Gabriel (Supel) /Foto Esio Mendes
Montezuma Cruz
Em Porto Velho
O regime diferenciado de contratação (RDC), aquele usado na Copa do Mundo de 2014, permitirá ao município de Porto Velho iniciar, ainda neste primeiro semestre de 2015, obras de abastecimento de água e saneamento básico na capital de Rondônia. Elas serão contratadas na próxima semana, em Porto Velho, a pedido da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão.
O Sistema Sul de Esgotamento, inicialmente estimado em R$ 25,3 milhões, teve redução de custo negociada em 12,50% e será construído por R$ 22,2 milhões, anunciou nesta sexta-feira (8) o superintendente estadual de licitações, Márcio Rogério Gabriel. Ele considerou bom o prazo de 84 dias possibilitado pelo RDC [Lei Federal 12.462/2011], muito usado nas obras da copa do Mundo de 2014.
O Consórcio Cosatel -MAM, vencedor da licitação, teve sete concorrentes. A licitação inclui recursos do Ministério das Cidades e os serviços serão feitos em convênio com a Caixa Econômica Federal.
Na quarta-feira (6), a Supel concluiu a licitação de parte do sistema: a terceira etapa da ampliação e melhoria do abastecimento de água, com ramais para diferentes localidades da capital, 5.030 ligações domiciliares e 148,1 quilômetros de tubulação variando entre 50 e 400 milímetros. Será construído o segundo módulo do reservatório de 3,5 mil metros cúbicos, ampliando-se a estação elevatória de água tratada do Sistema Mariana – zona leste da capital.
Intercâmbio com o DNIT
Em Brasília, representantes da Supel e da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd) reuniram-se com técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para o intercâmbio de experiências no âmbito do RDC.
Segundo Márcio Gabriel, 99% das licitações eletrônicas do DNIT são feitas por esse modelo, que atualmente domina o cenário das obras públicas no país. “Considero a fase atual de contratações muito interessante para o governo de Rondônia, porque substituímos compras preferenciais, inclusive para obras de engenharia”, analisou o superintendente.
Ele reiterou que o sistema eletrônico dá total transparência, pois só se conhece no final do processo quem enviou propostas. O RDC também possibilita a contratação integrada do projeto e da execução da obra. Até há pouco tempo, empresas diferentes executavam obras e projetos.
“Quando se detectavam falhas numa laje por exemplo, criavam-se aditivos, e agora eles não são mais permitidos; temos a noção exata do que será entregue”, disse Márcio Gabriel.
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