Segunda-feira, 14 de julho de 2025 - 12h40

Só o Hospital São José tratava 169 casos de paludismo em 1934. A malária, doença infecciosa causada por parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada de mosquitos fêmeas do gênero Anopheles, viria crescer assustadoramente no auge do período migratório, entre os anos 1970 e 1980. A edição do jornal Alto Madeira em 27 de janeiro de 1935 publicava a estatística do "anno" de 1934, assinada pelo diretor, médico José Collyer. Mantenho a maioria da linguagem médica de 91 anos atrás.


Ainda correndo os olhos sobre a 1ª página do Alto Madeira, vejo no pé da página o anúncio do Belayacy, um "magnífico preparado amazonense para a conservação da beleza da pelle. Use este excelente preparado e sua pelle estará preservada contra: espinhas, sardas, pano, empinges e qualquer affeção. Use-a nas axilas e no busto para eliminar o 'mau cheiro' do suor, conservando-lhe ao mesmo tempo sua pelle aveludada e ricamente perfumada."
Não se trata de remédio, mas nos anos 1980 e 1990, a advogada cabeleireira Bebete Leite Oliveira aplicava nos rostos femininos uma mistura de andiroba com suas massas costumeiras para peles femininas e masculinas. Em Porto Velho, ao menos naquele salão muito frequentado na Avenida Pinheiro Machado nº 768, sabia-se que andiroba é uma planta medicinal da espécie Carapa guaianensis, muito utilizada para auxiliar no tratamento de reumatismo ou dor muscular, devido às suas propriedades medicinais anti-inflamatórias e antirreumáticas.
Sábado, 7 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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