Porto Velho (RO) sexta-feira, 26 de abril de 2019
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Lucio Albuquerque

Histórias do Lúcio (XVI) - Ivan Marrocos


 

O jornalista Ivan Marrocos, falecido em 1995, com quem trabalhei desde Manaus, fui quem recomendou sua vinda para A Tribuna e, depois, para ser contratado pelo Alto Madeira. Talvez o fato da ligação pessoal incluiu muito para que eu sentisse mais sua morte.

Ivan morreu de repente. Um dia estava bom, teve um troço e foi embora sem nem dizer para a gente o que realmente estava sentindo, deixando um buraco na amizade e dentre nós jornalistas. Sua memória é lembrada hoje com a lei sugerida por mim e pelo jornalista Antonio Queiroz, que o deputado Heitor Costa apresentou, a Assembléia aprovou e o governador Valdir Raupp assinou, dando o nome de Ivan para o prédio do Palácio da Cultura, na esquina da Carlos Gomes com a Rogério Weber, onde antes era a Vila Erse.

Editor do Alto Madeira, Ivan tinha problemas de saúde e, todas vezes que ia ao médico ou entrava em férias, voltava dizendo que estava proibido de comer isso e aquilo e mais tudo aquilo. Meia hora depois fazia tudo ao contrário do que os médicos diziam para ele.

O Paulinho gritava lá: ‘Vamos tomar um café!’, e lá íamos nós rumo à cantina do AM. Enquanto a turma esperava pelo ‘preto-quente-gostoso-cheiroso-forte-doce-novo’, comumente pedido por ‘cafezinho’, o Ivan fazia a boquinha, normalmente um salgado e uma Coca-Cola.

A dieta que se danasse!

Fonte: Lúcio Albuquerque

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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