Sábado, 20 de setembro de 2008 - 20h03
O jornalista Ivan Marrocos, falecido em 1995, com quem trabalhei desde Manaus, fui quem recomendou sua vinda para A Tribuna e, depois, para ser contratado pelo Alto Madeira. Talvez o fato da ligação pessoal incluiu muito para que eu sentisse mais sua morte.
Ivan morreu de repente. Um dia estava bom, teve um troço e foi embora sem nem dizer para a gente o que realmente estava sentindo, deixando um buraco na amizade e dentre nós jornalistas. Sua memória é lembrada hoje com a lei sugerida por mim e pelo jornalista Antonio Queiroz, que o deputado Heitor Costa apresentou, a Assembléia aprovou e o governador Valdir Raupp assinou, dando o nome de Ivan para o prédio do Palácio da Cultura, na esquina da Carlos Gomes com a Rogério Weber, onde antes era a Vila Erse.
Editor do Alto Madeira, Ivan tinha problemas de saúde e, todas vezes que ia ao médico ou entrava em férias, voltava dizendo que estava proibido de comer isso e aquilo e mais tudo aquilo. Meia hora depois fazia tudo ao contrário do que os médicos diziam para ele.
O Paulinho gritava lá: ‘Vamos tomar um café!’, e lá íamos nós rumo à cantina do AM. Enquanto a turma esperava pelo ‘preto-quente-gostoso-cheiroso-forte-doce-novo’, comumente pedido por ‘cafezinho’, o Ivan fazia a boquinha, normalmente um salgado e uma Coca-Cola.
A dieta que se danasse!
Fonte: Lúcio Albuquerque
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