Terça-feira, 20 de fevereiro de 2007 - 05h35
DO TEIXEIRÃO
1. Governador Jorge Teixeira vai à Assembléia Legislativa onde, mesmo destratado pelo deputado Tomás Correia, o trata por 'Vossa excelência', 'Senhor deputado', 'Meu particular amigo', e por aí afora. Na saída um assessor comenta: 'Gostei, chefe, só não concordo do senhor chamar o Tomás de 'particular amigo' porque ele foi grosseiro'.
Teixeirão, já retomando seu comportamento normal responde: 'Ora, a minha vontade era chamar o Tomás de filho da p., mas o momento não permitia'.
Na sessão seguinte, apesar da imensa maioria que o PDS tinha em plenário, Tomás apresenta moção de repúdio a Teixeirão. E, pela desatenção dos deputados, a matéria é aprovada com os votos dos governistas.
Advertidos pelos jornalistas da matéria (a votação foi naquela base do: 'Os que estiverem a favor fiquem como estão, os contra se identifiquem', e como ninguém se mexeu, a coisa passara), os governistas tentaram mudar o resultado, mas ele já fora encerrado, enquanto o Tomás ria muito dos adversários.
2. Em Rio Branco, a deputada Iolanda Fleming, que ao assumir o Governo do Acre invadiria a região da Ponta do Abunã, iniciando a pendenga que durou mais de 10 anos sobre aquelas terras, estava irritada com o governador Joaquim Macedo. 'Ele (Macedo) não está com nada. Poderíamos trocar com Rondônia, trazendo o Teixeirão e mandando em troca o Macedo, com um pedido de desculpas'.
3. Outra recomendação de não publicar para evitar que isso causasse problema, foi do próprio Teixeirão. Era tempo em que todos estávamos empenhados em conseguir apoio para a transformação de Rondônia em Estado, e o deputado federal paranaense Ítalo Conti disse que isso não era possível, apontando uma série de fatos que, conforme ele, impediam a autonomia.
Por telefone, Teixeirão fala de Ítalo: 'Este Ítalo é um imbecil, um paspalhão, eu sei bem onde enfiaria o diploma de deputado que ele tem'.
Meia hora depois Teixerão liga: 'Lúcio, esquece aquela frase, porque se for publicada pode nos atrapalhar'.
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