Porto Velho (RO) terça-feira, 18 de junho de 2019
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Lucio Albuquerque

COLCHA DE RETALHOS QUE TAL? - CHEQUE EM BRANCO


COLCHA DE RETALHOS  QUE TAL?  - CHEQUE EM BRANCO - Gente de Opinião

COLCHA DE RETALHOS

QUE TAL?

2018 foi ano de eleição, novamente o eleitor foi chamado a votar. Agora, quantos de nós que já votamos também vamos acompanhar bem de perto o que fazem aqueles que foram eleitos? Independente de você ter votado nele ou não, no momento da posse em diante ele também é seu deputado, senador, governador e presidente.

CHEQUE EM BRANCO

Eleitor reclama, mas a cada eleição é chamado a votar. Cumpre, mas a partir daí pensa que nada mais há a fazer. Era, porque o voto é como se você desse um cheque em branco para alguém. Em branco, não, porque só com sua assinatura -o voto. Ação política não é só votar.

EXPERIÊNCIA

A jornalista e professora Yule Vargas em “nova casa”, agora no time da TV-Rondônia. Bom para os três lados: o telespectador, a emissora e ela.

FOGO AMIGO

Se o presidente não der um aperto vai sofrer muito do que eu chamo de “fogo amigo”. O filho, senador eleito, várias vezes afirmou nada ter com a denúncia do COAF. Então, se nada tinha, que tal deixar que a investigação continuasse? Resultado: o pedido de parar investigação vai ele virar alvo preferencial tão logo assuma e, por via nem tanto indireta, abrir flancos para críticas  ao pai presidente. A turma tem de entender que agora a coisa é muito mais séria. Está na hora do presidente dar um basta!

VELHO DITADO

Minha mãe, que já deixou a gente há 41 anos, usava um ditado antigo, “O porco sabe o pau que se esfrega”. Lembrei disso ao ler e assistir declarações do governador do Ceará, petista e crítico contumaz do então candidato Bolsonaro. Agora, que a coisa degringolou, ele deixou o discurso de lado e foi correndo a Brasília em busca de abrigo com os que tanto xingou. Atendido de pronto,  bem ao contrário do que antes acontecia, se desmancha de elogios. Ótimo, mas por detrás a expectativa é que depois não faça como muitos que, olhando apenas o próprio umbigo, “cospem no prato que comeu”. Além disso, que depois não vá se vangloriar creditando a si mesmo os resultados positivos, ou se isentar se não der.

2022

Então é bom não deixar de lado que o governador da “Terra de Iracema” poderá subir nas cotações, dando certo a contenção da criminalidade em seu Estado, ele poderá sair dali candidato a governador. Bom, eu aposto sempre que a campanha contra a criminalidade vá, enfim, dar certo.

DOIS AMIGOS

Dia 17, será coincidência (?), marcou os 10 anos da morte de Esron Menezes – historiador, pesquisador, escritor professor, jornalista e outros serviços a favor de Rondônia. Mesma data, felizmente lembrado pela dona Helena, secretária dele, 97 anos de Euro Tourinho, jornalista, fonte da nossa história, escritor, excelente contador de casos e de causos, sem qualquer dúvida uma das figuras mais importantes, e respeitadas, de Rondônia. Parabéns ao Euro e vida, mais, longa ainda a ele.

DATAS DE RONDÔNIA

Janeiro

Dia 19 – Em 1958 – Morre o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, patrono do Estado de Rondônia e da arma das Comunicações do Exército (Vitor Hugo, Cinquenta anos do Território Federal do Guaporé).

 

HISTÓRIAS DO LÚCIO

 

O macaco "king", eu, a foto e a legenda

(ou "O de baixo é o papai")


Durante alguns anos, na época em que não era proibido você ter um papagaio de estimação em casa, chegamos a manter num espaço de 200 metros quadrados aqui no terreno de casa digamos, um microzoológico.

 Naquele tempo onde é hoje a Vila dos Médicos, ali na Caúla, era só matagal. Presenteado por amigos cheguei a ter vários animais, atração para nossas filhas, a mais velha aí na casa dos 10 anos, seus colegas, amigos nossos que tietavam os animais - e gostavam de comer um pato ou um frango da criação.

"Seu" Pedro tomava conta, mantinha tudo em ordem, dava comida, essas coisas assim. Naquele tempo nem se imaginava que em 1998 teríamos uma lei proibindo esses animais em casa, mesmo que fossem uma espécie de herança de família - dizem que papagaio vive 100 ou mais anos e fossem bem tratados.

Mas o animal mantido na lembrança de todos que conheceram nosso minizoológico, era um macaco "aranha", negro como a noite mais negra, manso (afora quando se soltava e aí destruía louças, o que estivesse estendido e pagamos muitas indenizações a vizinhos). Era ele conseguir se soltar da "casa" e aí o estrago estava feito, mas voltava para o lugar dele como se nada tivesse acontecido.

Nossas filhas passeavam na rua (ainda de barro e cheia de mato) daqui de casa com o "King" pela mão, sem problema nenhum.

Um dia eu estava em casa, botei o macaco no ombro e (creio que) a dona Fátima fez uma foto, onde o cara estava tranquilamente como se meu ombro fosse um tronco de árvore para ele se apoiar.

Mandamos revelar a foto e não sei qual das minhas filhas escreveu lá: "O  de baixo é o papai".

PS - Pouco tempo depois "seu" Pedro faleceu, e aí desfizemos o minizoológico.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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