Sábado, 12 de junho de 2010 - 08h10
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Em queda livre?
Sempre lembro aqui que política não é uma ciência exata, mas tem coisas em política que são batata. Exemplo: quem tem alta taxa de rejeição (caso de Expedito Júnior em Rondônia) desaba na reta final, quem tem baixa taxa de rejeição, sobe. Um exemplo claro ocorre no cenário nacional: Vejam o caso de Dilma e Serra. Serra abriu a jornada, botando mais de vinte pontos em Dilma (com apoio de Lula e baixa rejeição) e a petista já prepara a ultrapasssagem...
Onda de boatos
Na reta final, para a homologação de candidaturas os boatos voam pelo estado. Às vezes é a desistência de um dos candidatos ao governo, ora o lançamento de outros nomes ao Senado, tudo pra gerar conflitos nos entendimentos dos adversários. Nada diferente dos pleitos anteriores e a coisa funciona no se “colar colou”.
Marqueteiros em campo
Por falar em boatos, os marqueteiros de campanha já estão em campo para ver o que cola nas costas dos adversários ao longo da campanha. Numa eleição regionalizada e fragmentada, como esta que se apresenta, o pleito rondoniense, até detalhes são importantes quando se arma uma estratégia de campanha.
Fonte: Carlos Sperança.
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