Quinta-feira, 21 de maio de 2020 - 11h17

As novas
lideranças políticas brasileiras atacaram tanto as antigas que parecia inviável
qualquer entendimento entre elas. Assim, só foi possível completar uma reforma
(Previdência), e ainda assim cheia de furos. As demais reformas continuam
bloqueadas pela desarticulação das forças políticas.
Como
o mundo dá voltas e não faz sentido manter o impasse com uma crise por dia, a
dificuldade para obter consensos levou à urgência de uma coalizão para criar um
mínimo de unidade de esforços na tentativa de emplacar as reformas paralisadas.
Se
não houver traições nem quebras de palavra, o entendimento entre o presidente
Jair Bolsonaro e o Centrão, que domina o Congresso Nacional, levará o panorama
das relações institucionais a um novo patamar, harmonizando os poderes, porque assim
o Judiciário também sofrerá menos pressões.
Em meio
às crises diárias que se juntam aos explosivos relatórios de casos da Covid-19
e mortes na casa das centenas, só não há sinais de que essa nova tentativa de
entendimento vá favorecer a Amazônia. Os povos da floresta dão o bom exemplo do
extrativismo sustentável, mas o desmatamento avança e a MP 910 cria ruídos,
testando mais uma vez a capacidade de entendimento das forças políticas. Não se
pode esperar que tudo venha da GLO, a operação militar de combate às ações
ilegais na Amazônia Legal. A ação política é necessária.
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Com lideranças
O
MDB já conta com as lideranças do governo Jair Bolsonaro no Senado - que é o
enrolado com a justiça Fernando Bezerra (PE) - e na Câmara dos Deputados Eduardo
Gomes (TO). O próximo passo do partido que foi atrelado aos petistas durante os
mandatos de Lula e Dilma, é definir sua cota de ministérios na atual gestão e
abrir indicações regionais. O cacique Confúcio Moura vice-presidente nacional
deverá contar com um bom quinhão de cargos em Rondônia.
A recessão
O Japão,
integrante do grupo de países mais
desenvolvidos do mundo prevê sua pior recessão pós-guerra com a pandemia do
coronavirus. Se a situação está assim e as nações europeias seguindo o mesmo
caminho, o que dirá do Brasil que era considerado até pouco tempo um país
emergente. A recessão está chegando na terra vede amarela com milhões de
desempregados. Em Porto Velho é uma tristeza com tantos estabelecimentos já
fechados nas principais avenidas.
A revitalização
Com
recursos da contrapartida do consórcio que ergueu a Usina Santo Antônio, o
prefeito Hildon Chaves (PSDB) assumiu o compromisso de entregar o projeto que
trata da modernização da orla do Rio Madeira – o antigo projeto Beira Rio do prefeito
Chiquilito Erse – até o final do ano. Será um grande passo para a revitalização
do centro histórico, turbinando o turismo e o lazer na capital rondoniense.
Bolivia top
Quem
diria! A conturbada Bolívia, considerada tão atrasada por tantos brasileiros é
o País com melhor desempenho no combate a pandemia do coronavirus na América
Latina. Com medidas duras impostas pela
presidente interina e muita disciplina nos seus diversos departamentos,
inclusive no fechamento das suas fronteiras
com o maior vilão da região em números da peste –no caso o desgovernado Brasil
–os bolivianos conseguiram tocar o barco muito bem.
O epicentro
O
epicentro amazônico da peste do coronavirus estaria mudando de Manaus para Belém
(PA), conforme o ex-ministro Mandetta, depois de meses aterrorizando o Amazonas
e provocando uma superpopulação de defuntos nos cemitérios do vizinho estado.
Que havendo novas mudanças de endereço
novamente da peste, que o vírus esqueça de Porto Velho! A pandemia tem tomado
proporções assustadoras nas últimas semanas na capital rondoniense.
Via Direta
*** Aos poucos os médicos cubanos que
ficaram no Brasil estão voltando ao trabalho depois de uma sistemática rejeição
do presidente Jair Bolsonaro *** Mas como a necessidade faz o sapo pular, a
carência grande de profissionais da saúde em centenas de municípios
brasileiros, os cubanos “comunistas” foram reabilitados *** A peste do coronavirus já fez uma grande vítima comercial em Porto Velho:
a tradicional avenida Sete de Setembro. Dezenas de lojas estão fechadas
fomentando o desemprego *** E num efeito cascata alguns lojistas que
faliram já e em outras regiões da cidade estão indo embora para outras paragens
com o pouco de mercadoria que restou, caloteando aluguéis, contas de água e luz
*** Não bastasse, a pandemia e sua
quarentena está enlouquecendo todo mundo *** Ninguém mais se entende dentro
de casa. E as mulheres estão pagando o pato. É coisa de louco!
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