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Carlos Sperança

Com um quadro político nublado, políticos entram julho, em compasso de espera



Com um quadro político todo nublado, as lideranças políticas entram em neste mês de julho, em compasso de espera quando ao lançamento de candidaturas ao governo e ao Senado. Todo mundo esta no aguardo das definições em torno dos processos de cassação que envolve o governador Ivo cassol (PP) e o senador Expedito Júnior (PR). 

Enquanto nada se define, temos uma chuva de especulações, a começar na Assembléia Legislativa, onde alguns deputados mais apressados já fazem as contas, levando em consideração a provável saída do governador Ivo Cassol, do Palácio Presidente Vargas. 

Pela ótica palaciana, havendo cassação quem assume o cargo é o atual presidente da Assembléia Legislativa Neodi Carlos de Oliveira (PSC-Machadinho do Oeste), em eleição que envolve os 24 deputados, cedendo a presidência do parlamento estadual ao deputado estadual Miguel Sena (PV). Neste quadro, o candidato ao governo da base aliada, seria então, Neodi Carlos.. 

Os petistas acreditam que a cassação de Ivo e Cahula ensejaria a ascensão da senadora Fátima Cleide. Sendo assim, ela teria a primazia da candidatura ao governo, ficando o prefeito Roberto Sobrinho no aguardo de uma nova oportunidade, enquanto o deputado federal Eduardo Valverde poderia sair ao Senado ou a reeleição. 

Fora do âmbito de cassolistas e petistas, o PDT aguarda a ascensão do senador Acir Gurgacz, presidente regional da agremiação para entrar no jogo, como uma terceira via. DEM, PSDB e PPS, também se articulam num agrupamento, onde esta o cacique José Bianco, um grande articulador que sabidamente também tem pretensões ao Senado, ou no seu retorno ao palácio Presidente Vargas. 

Seja na peleja ao governo, na disputa ao Senado onde já se definiu uma grande batalha entre o atual governador Ivo Cassol (PP) e o senador Valdir Raupp (PMDB), chama atenção à entrada de pesos pesados da política regional na disputa das 24 vagas da Assembléia Legislativa. Os ex-prefeitos Carlinhos Camurça (Porto Velho), Sueli Aragão (Cacoal) e Melki Donadon (Vilhena), todos do PMDB, vão puxar muito voto de legenda para a agremiação. 

Para fazer frente a este escrete de ouro do PMDB, o governador Ivo Cassol esta escalando 22 secretários estaduais e regionais, além da sua irmã Jaqueline Cassol, visando puxar votos para a base aliada. O PT, do prefeito Roberto Sobrinho, também não fica atrás: esta projetando uma dúzia de secretários da sua base de sustentação pra não fazer feio. Vai ser bonito de ver...

Fonte: Carlos Sperança / www.gentedeopiniao.com.br / www.opiniaotv.com.br 
csperanca@enter-net.com.br 

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