Sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020 - 09h59

Sem
destruir, mentir ou enrolar ninguém, uma empresa amazônica vende garrafas de
750 ml de água extraída do ar da floresta por módicos 70 euros, inclusa a
embalagem reciclável de vidro e a tampa biodegradável. Nada que possa motivar
queixas em ongs radicais, investidores temerosos, clientes desconfiados ou
turistas enojados com a devastação florestal.
Ainda
não se tem noção completa de quantas modalidades de aproveitamento da biodiversidade
amazônica são possíveis sem piorar a imagem do Brasil no exterior, que depois
de ter alcançado o topo da esperança mundial na Eco 92 começou a cair já no
final do milênio passado. Uma das modalidades, já bastante debatida, embora
tenha adversários com particularidades da proposta, é ganhar com a prestação de
serviços ambientais ao mundo via créditos de carbono.
Destruir
ameaça a produção de alimentos, aumenta a escassez de água e até reduz o
potencial hidrelétrico da região, menina dos olhos dos grandes projetos.
Causará prejuízos ao redor de R$ 12,5 trilhões, segundo o Relatório de Riscos
Globais, divulgado no Fórum Econômico Mundial.
Há
indicações de que os crimes ambientais e a exploração não sustentável também contribuem
para aumentar o número de casos e de mortes por picadas de mosquitos. O
Conselho da Amazônia, ao que se vê, terá muito que tratar em suas reuniões.
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A campanha
Ganha
corpo nas mídias sociais a campanha “não vote nos políticos que usam o fundo
eleitoral”. Como se sabe, o Congresso aprovou recursos na ordem de R$ 2 bilhões
para a campanha eleitoral 2020, cujo dinheiro poderia ser destinado a demandas
importantes e consideradas prioritárias
como educação e para melhor proveito da população brasileira em termos
de saúde que padece com o atendimento nos postos e hospitais.
Pedetista cotado
O
professor Mário Jorge, ex-vereador está sendo convocado pela militância e por
aliados a disputar a prefeitura de Porto Velho na eleição de outubro. Militante
tradicional do PDT, com passado limpo, o pedetista ainda não respondeu ao apelo
dos correligionários, pois prefere fazer uma ampla consulta antes de entrar na
peleja. Diante das conversações com o PDT e outros partidos, Mário Jorge tomará
sua decisão até a convenção de julho, que com a mudança da legislação se
estende até 5 de agosto.
A superlotação
Com a maior taxa de encarceramento de presos
no País, o Acre lançou programa social visando reduzir a superlotação dos seus
presídios. O Estado vizinho está liderando uma série de indicativos negativos
na região Norte, que antigamente pertenciam a Rondônia, como a de formação dos cartéis controlando o tráfico de drogas. Não
bastasse a violência no campo também tem aumentado com roubos e assaltos nas
fazendas. Os agrobandidos estão levando
desde gado, caminhonetes até maquinário e defensivos agrícolas.
Em andamento
O
IBGE está dando início a um dos maiores censos da sua história do País
começando nas capitais e municípios mais
densamente povoados pelos condomínios residenciais. Em Rondônia a última estatística
divulgada em forma de estimativa dava conta de evasão populacional em algumas
regiões do estado. As mais prejudicadas pela migração para outros estados eram
o Cone Sul, Zona da Mata, Região Central e Vale do Jamari.
A mineração
A metade das terras indígenas da Amazônia legal
é alvo de mineração ilegal. Não bastasse, ainda existem madeireiros e
grileiros invadindo os parques
nacionais, desmatando e projetando o aumento das queimadas no verão vindouro. Diante da espoliação,
as lideranças indígenas tem protestado nos estados e também levado sua indignação ao Congresso Nacional
que não está nem aí para a causa indígena com seus blocos majoritários bancados
pelo agronegócio.
Via Direta
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Nova fronteira de expansão do
agronegócio em Rondônia e já consolidada como expressiva bacia leiteira,
a região de Nova Mamoré, vê suas terras com boa valorização nos últimos anos ***
Um região é propicia para a criação de gado e produção de grãos recebendo levas
de produtores de outras regiões do estado ***
Os deputados estaduais de Porto Velho estão expandindo seus horizontes,
buscando novos redutos para não fraquejar na reeleição *** Como se sabe, é
tradição pelo menos dois ou três deputados estaduais da capital não se reeleger
perdendo cadeiras para os vereadores, que são de fato seus grandes predadores
nos últimos pleitos *** Na última eleição,
por exemplo Hermínio Coelho, Ribamar Araújo e Jesuíno Dantas se ferraram,
perdendo suas cadeiras para edis da capital *** Em 2022 a briga deputados x
vereadores vai recrudescer em disputas empolgantes, torcida brasileira.
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