Porto Velho (RO) quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
×
Gente de Opinião

Candiru Madeira

Candiru não tem sorte com estrangeiro.


Têm horas que morro de pena da Tininha.  Veio toda contentinha, querendo me ajudar, mostrar que, em Londres, os mendigos ganham, pedindo esmolas nas portas dos teatros, no mínimo, R$ 1.400,00 por mês.  Não sei de onde ela tirou que o orgulho do Madeira iria se dignar a pedir esmolas.  Depois, coitatinha, esquece que aqui nem é Londres nem tem teatro.  Pobre da minha loirinha, tem os neuroniozinhos de consultor de Governo.  E não é que confundiram dama Marina como inimiga numero um do Estado.  Agora estou ultrapreocupado com o fato de o governador tirar o chapéu.  Meu receio é que alguém lhe entregue as malas (E ele já está carregado com o monte de malas que carrega).  Está tudo tão confuso!   As posições andam tão radicais que o governo nomeia 100 e a ALE bota 200 para fora.  E isto de intervir numa democracia é perigoso.  E se eles democratizam?  Depois que Romário parou de jogar.  tudo pode acontecer, mas Deus é rondoniense.  Nada de intervenção.  Candiru não tem sorte com estrangeiro.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

Mais Sobre Candiru Madeira

A última coluna 'Candiru do Madeira' escrita por Sued Pinheiro

A última coluna 'Candiru do Madeira' escrita por Sued Pinheiro

Há dois tipos de pessoas que só fazem perguntas inconvenientes. São as crianças e os médicos. Um exemplo. O Zézinho pergunta pra mãe:- Mamãe! Por que

E o Rondinelli

E o Rondinelli Gonzalez, hein! Que cara legal! Só não se emenda. Colocou no Face que “Pra mim toda mulher é uma rainha... e o castelo dela é a cozinha

E dizem que a morte

E dizem que a morte, lá em Cuba, bateu na porta e Fidel Castro abriu. Quando viu a Horripilante com sua foice não teve dúvidas. Apontou o dedo na dire

Que alguém disse

Que alguém disse alguém disse ( e nem preciso dizer quem) que é preciso que tudo mude para nada mudar! E Rondônia e Porto Velho são o grande exemplo: