Porto Velho (RO) sexta-feira, 19 de abril de 2019
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Antônio de Almeida

Mini-fazenda e criação de peixes: Lucro e satisfação - Aproveite


Antônio de Almeida Sobrinho - Gente de Opinião
Antônio de Almeida Sobrinho


Se você, prezado leitor, tem uma pequena ou média propriedade rural e esta não está lhe dando lucro — só tem dado despesas, até agora —, a partir desta leitura você começa a ver piscar uma  luz verde no final do túnel, que poderá muito bem se transformar na solução do  problema e o início de uma nova fase, com ganhos financeiros e melhorias sociais para sua família.

Estamos atuando na Região Amazônica desde os primórdios da colonização e da construção das primeiras barragens e viveiros escavados construídos nas propriedade rurais para abastecer água para o rebanho bovino e, depois, para criar peixes, sendo, portanto, 41 anos de dedicação profissional, desde a implementação do primeiro viveiro da piscicultura aos dias atuais, graças ao meu bom Deus.

Todos nós conhecemos muito bem que existem os bons profissionais e aqueles  que querem o lucro fácil “aqueles que conhecemos muito bem” e que ao invés de contribuir com a piscicultura de Rondônia e oportunidades de lucro para o pequeno e médio produtor rural, têm se preocupado em aferir lucro próprio, em troca de falsas promessas e dando grandes prejuízos financeiros, decepções múltiplas e muitas dores de cabeça ao produtor rural. Vocês sabem de quem estamos falando?

Estamos nesta caminhada há 41 anos, desde a construção do primeiro viveiro de peixe no então Território Federal de Rondônia, na condição de Engenheiro de Pesca, Extensionista Rural junto a então ASTER-RO, depois, EMATER-RO; na codição de Superintendente da SUDEPE (extinta); consultor do Governo de Rondônia/CNPq; Consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/IBAMA; consultor da ELETRONORTE/Governo de Rondônia  aos dias atuais como consultor autônomo no estado de Rondônia e Região.

Neste sentido, temos a satisfação em falar sem falsa modéstia que a nossa contribuição tem sido relevante — quando se partiu de uma produção de pescado proveniente da piscicultura do momento ZEEEEEEEEEEEEERO a uma produção de pescado na ordem de 72.800 ton./2018, de acordo com o Anuário BR de Produção de Pescado/Piscicultura de 2019.

Com uma nova arrancada, estamos oferecendo aos pequenos e médios produtores rurais a oportunidade em transforma a sua propriedade rural — por menor que seja — que ainda não tem dado lucro para transformá-la numa Mini-Fazenda com Piscicultura, Lucrativa e Prazerosa.

Se você tem uma propriedade rural, simples, de porte pequena ou média, estamos dispostos a conversar e encontrarmos uma saída honrosa para transformar os problemas em receitas financeiras, como uma complementação da renda familiar, com geração de emprego e de lucro para toda a família.

Se na sua propriedade tem uma coleção de água, dispõe de água de um manancial significativo — como rio, lago ou lagoa marginal — temos uma grande probabilidade de aproveitar estas coleções de águas improdutivas para criar peixes em tanques-rede.

Temos várias alternativas a te oferecer, dentre elas, se podem citar: Mini-Hotel Fazenda; Projeto de Criação de Peixes em Tanques-rede; Estação Experimental de Aquicultura; Unidade Experimental de Aquicultura; Pousa Ecológica, Pesque-e-Paque; Pesque-e-Solte, acoplados à piscicultura de subsistência ou até em escala comercial.

 

Neste contexto, dependendo de sua disposição e das condições topográficas e planialtimétricas da propriedade, pode-se muito bem se elaborar um projeto Técnico-Econômico com recursos próprios, de forma modulada, aos poucos, ou se partir para submetê-lo ao Fundo Constitucional do Norte, FNO, através do Banco da Amazônia S.A, que dispõe de linhas de crédito, com juros subsidiados para estes fins.

Se você dispõe de LIMÃO + AÇÚCAR +  ÁGUA - Por que não fazer uma limonada?

Se você dispõe de TERRA + ÁGUA + TECNOLOGIA – Por que não iniciar uma pequena piscicultura?

Só depende de você.

 Não se esqueça: querer é poder.

 

Antônio de Almeida Sobrinho tem Graduação em Engenharia de Pesca, UFCE, com Pós-Graduação (Lato sensu) em Tecnologia do Pescado FAO/UFRPE; Pós-Graduação (Lato sensu) em Análise Ambiental na Amazônia Brasileira – UNIR/CREA-RO; Pós-Graduação (Lato sensu) em Metodologia do Ensino Superior – UCAM/PROMINAS; Pós-Graduação (Stricto sensu), em nível de Mestrado, em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente – UNIR e escreve periodicamente nos seguintes Portais de Notícias:           


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