Porto Velho (RO) segunda-feira, 18 de junho de 2018
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Antônio de Almeida

Brasil bolivariano: Êxtase do caos - Por Almeida


Para quem ainda não tinha visto o pleno êxtase do caos do sucesso do regime bolivariano e nem havia ouvido falar sobre as consequências deste famigerado regime ditatorial, disfarçado de democracia, utilizando-se do assistêncialismo e do paternalismo — adotado e implementado no Brasil no governo do Partido dos Trabalhadores (PT), agora, começou a saboriar este minúsculo mostruário que estamos vivenciando em nível nacional, tipo amastra grátis, temos convicção em afirmar que quem tiver esta esperiência jamais irá  se esquecer de seu amargor, de seu disssabor, do desconforto de suas sequelas, no hoje, no amanhã e no futuro de incertezas que está por vir, que ninguém tenha nenhuma dúvida, será cruelmente amargo, travo, marcante e inesquecível.

No país onde cerca de 50% da população se tornou beneficiários de programas assistencialistas do Governo Federal, de alguma forma, quando estas  “generosidades com o dinheiro do trabalhador” são consideradas eminentemente eleitoreiras, em detrimento da produção de bens e serviços, e  tem significativamente para aumentar e inchar a dívida pública, desestimular a mão-de-obra ativa e, assim, inibir a geração e produção de riquezas  no  Brasil.

Um fato muito comprometedor e delicado destes Programas de Governo eleitoreiros e assistencialista vem mostrando, no dia-a-dia, que quando “estes carentes assistidos que se tornaram beneficiários de diversas “esmolas do Governo Federal” têm oportunidades em preencherem determinados postos de trabalhos são todos unânimes em recusarem, sob pena de perderem as benesses oferecidas pelo Governo” — muitas delas são “generosidades políticas oferecidas por políticos caras-de-pau”, conquistadas em muitos casos des formas fraudulentas e políticas e, assim, vem travando a produção de bens e serviços e, consequentemente, desacelerando o lento e cansado crescimento do PIB, em nível nacional.

Todo este descalabro que está ocorrendo no Brasil tem sua raiz no somatório de erros de políticas econômicas assistencialista adotadas e implementadas no Governo de 13 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), (e parte delas continuadas no Governo de Michel Temer), na corrupção generalizada e endêmica que se instalou no país, com o assalto aos cofres da PETROBRAS, com o endividamento do BNDES, para construir obras bilionários em outros países, com alinhamento bolivarianos, com a roubalheira sem precedentes na história do Brasil, quando os postos estratégicos da administração pública foram ocupados, em diversos níveis: federal, estaduais e municipais, com objetivos escusos,  com desvios permanentes de recursos públicos “nunca antes visto na história deste país” desde o seu descobrimento ocorrido em 1500.

O fenômeno social conhecido por Êxodo é descrita através de historiadores no formato de um resgate bíblico, muito precioso como fundamentação religiosa: [ ...“como os israelitas deixaram para trás a escravidão no Egito antigo, por sua fé em Javé, que escolheu Israel como seu povo”]. vivenciado pôr os hebreus em busca da terra prometida e estes fatos vêm se repetindo nos dias atuais aqui na América do Sul.

Temos o exemplo recente vivenciado por Haiti, na capital Porto Príncipe (Port-ou-Prince), através de um terremoto, em 2010, de magnitude 7,0 Mw, com epicentro na parte oriental da península de Tiburon,  quando a cidade foi transformada em ruínas, quando 80 mil corpos sendo enterrados em valas comuns, com 1.500.000 de pessoas desabrigadas  sendo o país devastado por fenômenos sísmicos, provocados pela natureza — sucessivos abalos sísmicos, terremotos de magnitudes 7,0 Mw e replicações sucessivas com menores intensidades, que deixaram em ruinas a capital Porto Príncipe e cidades adjacentes e deixaram centenas de vítimas e grande parte da população daquele país optou em migrar para os países vizinhos, com grande intensidade para o Brasil; na Venezuela, vitimado por regime político equivocado de natureza ditatorial, com a gravidade e a complexidade do Regime Bolivariano, implementado em Cuba, por Fidel Castro, e seguido por seu irmão Antônio Castro, e, agora, sucedido por Miguel Díaz-Canel;  na Venezuela, implementado com mãos-de-ferro por Hugo Rafael Chávez Frias e seguido, com mais rigor, por Nícolas Maduro Moros que vem se reelegendo por vários mandatos sucessivos como presidente da República Bolivariana da Venezuela, em desobediência a tudo e a todos; e na Bolívia, tendo como ditador Evo Morales, quando ele próprio modificou as leis do país e há 12 anos vem sendo hóspede do palácio Quemado, sede do Governo em La Paz, alinhado ao regime bolivariano, adotados por seus vizinhos ditadores.

No Brasil, a crise estava demorando muito, mas chegou de uma forma arrasadora para mostrar que o regime bolivariano tem o formato perfeito do comunismo, com a camuflagem de um regime democrático e quando no fundo, no fundo não passa de um regime ditatorial-populista.
 
Onde esta crise poderá desaguar?

Quais são as raízes desta crise que se instalou no Brasil?

1.    Equívoco da implementação da Política Bolivariana adotada no Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) por estes últimos 13 anos;

2.    Equívoco de Políticas Públicas Sociais, de caráter eminentemente eleitoreiros, assistencialista e paternalista;

3.    Equívocos nas concessões de empréstimos subsidiados com recursos financeiros contraídos pelo BNDES, com a bagatela de bilhões de dólares, para construir obras em países de vários continentes, alinhados à política bolivariana, em detrimento das necessidades da população brasileira;

4.    Corrupção generalizada e sistêmica adotada no Governo do PT e continuada no governo do atual governo do Michel Temer;

5.    Degradação do Patrimônio Público e consequente dívida pública e falta de autoridade do Governo Federal implicando na ausência de harmonia entre os poderes da república comprometendo, seriamente a governabilidade do País;

6.    Fragilidade de autoridade política-administrativa implica em distonia entre os poderes de sustentação da República Federativa do Brasil e consequente carência de  governabilidade institucional;

7.    Esta crise promete sobreviver até as últimas consequências e, consequentemente, os procedimentos médicos serão assistidos clinicamente,  os curativos das fendas das chagas abertas serão sarjados com uma mudança radical na forma de administrar o Brasil — de acordo com os ecos provenientes do epicentro da crise — quando as lideranças dos setores que transportam as riquezas do país: os caminhoneiros e seus respectivos elos da corrente produtora que estão solicitando a mudança radical no governo e uma intervenção das forças armadas;
8.    A maior crise no bojo de toda esta convulsão socioeconômica que hoje vive o Brasil reside em polos extremos: ausência de e na eficiência da logística de transporte adotada pelo Governo brasileiro, enquanto diversos modais que poderiam ser adotados, como: o ferroviário; o hidroviário; aéreo e o rodoviário, sendo este último o escolhido — o mais oneroso, que depende de estradas e de combustíveis.

PENSAMENTO DO MÊS
Para que os petistas parem de pensar como hipócritas, e reflitam sobre a falta de seriedade do Governo do Brasil:

Se o montante de recursos financeiros liberados pelo BNDES para construir obras faraônicas em diversos países em vários continentes, com uma bagatela de R$ 50,5 (Cinquenta bilhões e quinhentos milhões de reais) a 140 grandes empresas fora do país, seriam suficientes para estruturar toda uma infraestrutura, com diversos modais, suficientes para escoar a nossa produção para abastecer os centros consumidores — como concluir as ferrovias abandonas e pavimentar e recuperar as estadas esburacadas do Brasil.
Quem viver haverá de vir e presenciar.

Antônio de Almeida Sobrinho escreve semanalmente no www.gentedeopiniao.com.br

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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