Terça-feira, 20 de outubro de 2020 - 10h56

As
tragédias e crises foram tantas nas últimas décadas, coroadas pela Covid-19,
que não piorar já é motivo de comemoração. É natural, nesse caso, que haja medo
na população quando o Exército de verdade simula um jogo de guerra na Amazônia.
Nesse game, um país “Vermelho” invade um país “Azul”, que se vê na urgência de
expulsar os agressores.
Quando
surgiram as primeiras notícias sobre um plano denominado Conplan 8888, as
reações nos EUA foram mais de riso que de medo. Era um modelo para defender a
humanidade de “hordas de zumbis”. O riso causado pela revelação do plano se
explica porque não cabe na cabeça de ninguém um ataque zumbi, sequer de ETs,
que tiveram 200 mil anos de história da humanidade para invadir a Terra mas continuam
ausentes.
Não
parece haver qualquer risco de uma nação estrangeira invadir o Brasil. Mesmo
que Joe Biden, o único líder mundial que ameaça o Brasil, fosse louco a ponto
de invadir a Amazônia, ele na verdade seria o “Azul”, já que “Vermelho” é o
Partido Republicano de Donald Trump. Descontada a emoção causada pelo jogo de
guerra fictícia, traçar modelos é necessário para qualquer planejamento. Aliás,
promessas eleitorais são apenas simulações sobre o que os candidatos pretendem
fazer se eleitos, mas depois da posse são esquecidas. Que os jogos de guerra também
tenham o mesmo destino das promessas mirabolantes.
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MDB rachado
O
candidato a prefeito em Porto Velho do MDB, o ex-secretário da Saúde Willians
Pimentel largou a campanha com péssimo desempenho nas pesquisas sofrendo as consequências
do racha do partido entre as alas dos caciques, o ex-senador Valdir Raupp,
ex-macho alfa dominante da sigla e o atual senador Confúcio Moura, raposão
dominante atual, cujos simpatizantes se enfrentaram a tapas nas convenções estaduais
de 2018. Pimentel tem um bom programa de governo, mas não é suficiente para
livrá-lo do desgaste local dos caciques do partido
A paralisação
Segue
prejudicada a campanha do candidato a prefeito de Porto Velho Pimenta de Rondônia
(PSOL) que contraiu coronavirus em plena atividade da caça aos votos. Mesmo com
as gravações rolando no horário gratuito, por conta da quarentena ele vê sua tentativa
de chegar ao Paço Municipal dificultada, pois é obrigado a se resguardar integralmente.
Votos de pronto estabelecimento para o candidato e que volte afiado para
apresentar suas propostas ainda a tempo.
Zona
Leste
Com
a maior população da cidade de Porto Velho, a Zona Leste segue espichando e
ganhando a instalação de novas empesas, seja de distribuidoras de alimentos a
lojas de eletrodomésticos, ou recentemente do shopping Gonçalves que
proporcionou muitas contrapartidas de infraestrutura na região onde se instalou
com suas avenidas com grande movimentação, como Amazonas, Raimundo Cantuária,
Rio de Janeiro, Amador dos Reis, Benedito Inocêncio, entre outras. A Zona Leste
é dona do maior eleitorado e será decisiva no pleito 2020.
Com prestígio
Na
capital, o candidato a vereador Linguicinha foi beneficiado com gravações de apoio
de dois caciques políticos importantes no estado: o ex-governador do estado Ivo Cassol (PP) e
também o deputado federal Leo Moraes – possível candidato ao Senado ou ao
governo em 2022 – pedindo votos. Outras lideranças estaduais também já estão em
campo manifestando suas posições, como o ex-governador Confúcio Moura apoiando
candidatos a prefeitos e a vereança.
Eleições 2020
Sem
querer voduzar ninguém, mas já voduzando, será que os favoritos para o segundo
turno em Porto Velho, o prefeito Hildon Chaves (PSDB) e Vinicius Miguel (Cidadania)
terão anticorpos para um “efeito manada”, nos últimos dias do pleito da capital,
como ocorreu nas últimas campanhas? E em caso de avassaladora reviravolta, qual
dos dois seria o candidato barrado no baile? Façam suas apostas, pois já tem
uma zebra vitaminada trotando nos campos da periferia.
Via Direta
***
Mesmo em plena pandemia e a campanha eleitoral em curso, a Assembleia Legislativa
de Rondônia segue seus trabalhos *** Por aqui com o caso da CPI da Energisa e os trabalhos
da Comissão de Ética para analisar o envolvimento do deputado estadual Lebrão
(MDB) no recente episódio das propinas ***
A propósito de propinagem, vamos ver quem age primeiro na punição, Rondônia com o caso Lebrão, ou o Senado com o
caso do senador Chico Rodrigues com dinheiro na cueca *** A aposta é em coisa enrolada e impunidade, no máximo o afastamento
dos pilantras *** Os prefeitos presos
e demais envolvidos na última ação da Polícia Federal tem várias alegações para
cumprir as penas em liberdade: um deles afirma que está em tratamento de
câncer, a mesma alegação quando foi preso pela Operação Dominó *** Um outro dá conta que necessita urgentemente
de tratamento psiquiátrico.
Terça-feira, 3 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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