Terça-feira, 28 de abril de 2026 - 07h40

Tornou-se
consensual no Brasil que há leis que pegam e por isso é recomendável que sejam
cumpridas para evitar problemas e leis que tanto faz cumprir ou não, pois não
haverá consequências pelo menos sérias e fortemente prejudiciais.
Quanto
aos planos, ainda não há consenso sobre se funcionam ou não, mas já se se sabe
que muitos ficam só na propaganda. É de
perguntar, assim, se o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, também conhecido
como Plano Clima 2024-2035, vai funcionar. Considerando que o objetivo maior é reorganizar
a economia nacional e direcionar o modelo de desenvolvimento nacional para a justiça
social é recomendável que funcione.
Empenhado
em sua construção, o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam)
acompanhou anos de atividades de ministérios, governos estaduais e municipais e
sociedade civil. O Plano Clima, a rigor, é filhote da Política Nacional sobre
Mudança do Clima, de 2009, e se organiza em três eixos principais: adaptação à
mudança do clima, mitigação de gases do efeito estufa e estratégias
transversais para ação climática.
Netas
e netos da PNMC, só na Estratégia Nacional de Adaptação há 13 diretrizes, 9
objetivos, 12 metas nacionais e 16 planos setoriais, compostos de 312 metas
setoriais a serem alcançadas por meio de 810 ações. É muito para nada vingar.
Que tenha sucesso em seus grandes objetivos.
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Convenções partidárias
Estamos
há poucas semanas do início das convenções partidárias em Rondônia e o panorama
das eleições majoritárias ainda carecem de definições. Alguns postulantes ao Palácio
Rio Madeira, sede do governo estadual, estão chutando suas definições para o meio
do ano quando as candidaturas serão homologadas. A definição de vice mais esperado
é do candidato Marcos Rogério que vai liderando as pesquisas de intenções de
votos. Ele se dedica neste momento em atrair o apoio do ex-governador Ivo Cassol
para sua candidatura de um lado e de outro garimpar um nome a vice da capital
que some na sua campanha.
Primeiras rusgas
Não
tivemos nem as homologações das candidaturas e os governadoraveis já estão se envolvendo
em rusgas. O ex-prefeito e Cacoal Adailton Fúria (PSD) tem cutucado o senador
Marcos Rogério (PL). O ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves insinua que
Adailton Furioso candidato mais novo nesta jornada, não tem experiência
suficiente para galgar um cargo tão importante como é o do comando do centro
administrativo. Se constata Marcos Rogério com uma roupagem de candidato mais
palatável evitando radicalismos extremos buscando um discurso mais equilibrado
do que aquele praticado nas eleições de 2022 quando perdeu a eleição para o
governador Marcos Rocha.
A expectativa
Na
sua peregrinação pelos órgãos de imprensa da capital, o ex-prefeito de Cacoal Adailton
Fúria (PSD) não empolgou o eleitorado local. A expectativa do seu comando de
campanha, que tem como um dos seus articuladores o ex-senador Expedito Junior,
pai do candidato a governador pelo PT Expedito Neto, é que a máquina do governador
Marcos Rocha entre logo em ação para respaldar a campanha do governadoravel do
PSD. O governo Marcos Rocha já está lotado de apaniguados de Adailton Fúria,
mas isto é muito pouco para enfrentar a concorrência.
A diferença
Neste
momento de pré-campanha o jogo de estratégia de Marcos Rogerio e de Adailton Fúria
é o mesmo. Reduzir a diferença estabelecida pelo ex-prefeito de Porto Velho Hildon
Chaves – que é enorme – na capital que conta com um terço do eleitorado
rondoniense. Para tanto já se sabe que Rogerio busca um vice competitivo na
capital que reforce sua postulação aliada ao seu candidato ao Senado Fernando
Máximo. Igualmente o ex-prefeito de Cacoal busca reforçar suas paliçadas em Porto
Velho. Além de contar com o apoio da máquina chapa branca, Adailton também busca
um vice na capital rondoniense.
As especulações
Depois
de especular disputar cargos eletivos em Rondônia – mais precisamente cadeiras
ao Senado – o Cabo Dalciolo e o Padre Kelmon acabaram desistindo de se instalar
num estado onde o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira dama Michele já
tinham determinado as candidaturas do senador Marcos Rogério (PL) ao governo
estadual e Bruno Scheidt e Fernando Máximo ao Senado. Toda chapa bolsonanista
enfrenta forte resistência do eleitorado da capital, menos conservadora que as
regiões produtoras do interior rondoniense, onde madeireiros e fazendeiros –e
muitos grileiros de terras abastados também – tem o mando político como verdadeiros
coronéis.
Via Direta
*** Acusado na imprensa de cobrar
propinas de empresas de prestação de serviços a prefeitura de Porto Velho, o
vereador Breno Mendes prestou contas a população e anunciou processar seus
detratores ***Segue
o entrevero entre o vereador Devanir Santana e o prefeito Leo Moraes por conta
do imbróglio ocorrido na inauguração de casas populares na semana passada.
Santana foi impedido de se pronunciar aos moradores dos conjuntos recém entregues
*** Por falar nisto muitos apartamentos nos conjuntos inaugurados na capital foram entregues
com problemas mostrando que a fiscalização da Caixa Econômica era coleguinha
das empreiteiras que concluíram os condomínios.
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