Porto Velho (RO) quinta-feira, 19 de maio de 2022
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Uma rede pró-biodiversidade


 

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AMAZÔNIAS E GOELDI

O INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, coordenado pela ecóloga Ima Vieira, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, é um dos programas integrados à Rede Parceiros(em inglês, People and Reforestation in the Tropics: a Network for Education, Research, and Synthesis - Partners).
 

A rede integra cientistas naturais e sociais de diversas partes do mundo com o objetivo de investigar o potencial ecológico e as bases sociais da regeneração natural e do reflorestamento em zonas tropicais do planeta.
 

O reflorestamento é uma prática que vem ocorrendo em toda a África , Ásia e América Latina e que auxilia a manutenção da biodiversidade, a proteção de mananciais, o sequestro de grandes quantidades de carbono e a garantia dos meios de subsistência locais. Neste contexto, a cooperação global entre cientistas busca refletir o alcance global do reflorestamento tropical. Através de um programa com duração de cinco anos, os parceiros irão identificar áreas estratégicas para pesquisas e subsidiar políticas públicas que promovam o reflorestamento nos trópicos.
 

O INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazôniaatua na faixa territorial de 224.420 km² ao sul da Amazônia, do Maranhão ao Acre. A área é a zona pioneira de ocupação da região amazônica, onde há o maior número de espécies ameaçadas de extinção e conflitos envolvendo o uso da terra. O INCT coordenado pelo Museu Goeldi produz conhecimento científico com a meta de subsidiar políticas públicas para conservação e processos de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos.



NORTE BRASILEIRO CONHECE PRESERVAÇÃO DIGITAL

Como fazer a preservação da produção científica e cultural mundial, cada vez menos analógica e mais digital? Nesta quarta-feira, 4/12, o pesquisador Miguel Ángel M. Arellano participou, no Museu Goeldi, do Seminário de Lançamento da Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital – Cariniana, na Região Norte.

A Rede de Serviços de Preservação Digital – Cariniana, do Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia, é uma rede de preservação digital idealizada em 2002 e que em 2013, financiada pela Agência Nacional de Inovação (Finep), aderiu ao inovador Programa LOCKSS, software livre da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. O Programa LOCKSS, do inglês Lots of Copies Keep Stuff Safe, em tradução livre significa “Muitas cópias mantém as coisas a salvo”.

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■ A Rede Cariniana pretende abrigar todos os periódicos brasileiros que constam da Plataforma OJS/SEER - Open Journal Systems/ Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas, cadastrados no IBICT; dos livros eletrônicos; Portal de Livro Aberto; Teses e dissertações da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). A divulgação da Rede no Brasil já vem ocorrendo, sendo feita nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, em instituições como a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO e na Biblioteca da Universidade Federal de Goiás. Na Região Norte, a instituição escolhida para o lançamento da rede foi o Museu Paraense Emílio Goeldi.

■ A rede segue o modelo de preservação digital distribuída da Stanford University, que sugere a criação de cópias de conteúdos digitais armazenados em lugares separados geograficamente. O coordenador da Rede explica também que não é um projeto para divulgação de conteúdos, mas sim para preservação a longo prazo.

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