Sábado, 11 de novembro de 2023 - 10h59

A pecuária de Rondônia
tem avançado com o passar dos anos, com mais de 17,6 milhões de cabeças no
pasto, e hoje desponta como o maior rebanho bovino dentro das áreas
brasileiras, reconhecidas internacionalmente como livres de febre aftosa sem
vacinação.
O
governador Marcos Rocha destacou que, “nos últimos 20 anos, nosso Estado
tornou-se uma potência na produção de carne e derivados, unindo produtividade e
sustentabilidade. Uma conquista histórica que resulta da parceria entre Governo
do Estado, produtor rural e os vários setores ligados ao agronegócio”,
salientou.
O presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de
Rondônia (Idaron), Julio Cesar Rocha Peres, afirmou que, muitos fatores
contribuíram para o crescimento do setor no Estado. “A reestruturação da Idaron
possibilitou o fortalecimento da segurança sanitária e nos permitiu suspender a
vacinação contra a febre aftosa, o que trouxe ganhos imediatos ao pecuarista.
Basta lembrar que se continuassem vacinando o rebanho bovino, os custos ao
produtor rural, apenas com aquisição de vacinas, seria de milhões de reais”,
avaliou.
De acordo com o presidente, o produtor rural sempre foi o
principal parceiro da Idaron na prevenção de doenças nos animais de produção.
Os ganhos também são promissores, visto a possibilidade de disputar, em médio
prazo, mercados mais exigentes e mais rentáveis.
Desde 2003, quando Rondônia foi declarado livre da febre aftosa,
com vacinação, tem acontecido um avanço considerável na produção de bovinos.
Com aumento da procura pela carne de Rondônia, a agropecuária tradicional
passou por uma transformação, com a utilização de tecnologia reprodutiva para
geração de animais de alta performance e tecnologia de manejo de pastagem e
nutrição, o que confere ao gado de Rondônia o título de boi verde.
DECLARAÇÃO DE REBANHOS
Para
que Rondônia mantenha o status internacional de livre de aftosa sem vacinação,
o serviço veterinário oficial conta com apoio do próprio pecuarista que, além
de manter vigilância para identificar sinais de doenças nos animais, tem
colaborado com a atualização do banco de dados da Agência Idaron, declarando a
cada seis meses o número de animais que há nas propriedades rurais.
No
de novembro, por exemplo, os criadores de bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos,
suínos, equídeos e aves têm até o dia 30 para aderir à segunda etapa de
declaração de rebanhos. Esse é um dos compromissos que integra a política de
responsabilidades compartilhadas firmadas entre o Estado e o pecuarista.
A
declaração deve ser feita, preferencialmente, pela internet, no site da Agência
www.idaron.ro.gov.br, priorizando a declaração remota o
produtor evita a espera em filas de atendimento. Por outro lado, quem preferir,
pode comparecer à Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (Ulsav) mais
próxima de sua propriedade, no horário das 7h30 às 13h30. A partir do início do
período de declaração, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) passa a estar
vinculada à declaração de rebanhos, ou seja, o produtor só poderá emitir o
documento depois que regularizar o rebanho junto à Idaron.
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