Quinta-feira, 30 de janeiro de 2025 - 15h13

A produção de alimentos
tem se tornado algo relevante para a humanidade. Entretanto, o apoio ao
empreendedor do agronegócio ainda carece de melhor atenção em muitas regiões,
com políticas de apoio e desenvolvimento. Para o Sebrae, a menor fazenda
dedicada a alguma produção é compreendida como uma pequena empresa rural e,
como tal, recebe atenção especial na jornada empreendedora ao longo do seu
ciclo de vida.
Para que o Brasil alcance um crescimento econômico significativo, é essencial
investir em setores estratégicos como agricultura, empreendedorismo e
indústria. Esses segmentos são fundamentais para a geração de empregos, o
fortalecimento da economia e a redução das desigualdades sociais. Sem um compromisso
real com essas áreas, torna-se difícil criar um ambiente favorável para o
avanço da nação de maneira equilibrada e sustentável.
O agronegócio brasileiro tem reconhecimento mundial, liderando exportações de
diversos produtos agrícolas. No entanto, são os pequenos produtores que
garantem a alimentação da população brasileira. Responsáveis por mais de 10
milhões de empregos, eles desempenham um papel crucial no abastecimento das
cidades, na diversificação da produção agrícola e na promoção da segurança
alimentar. Além disso, sua atuação é essencial para o fortalecimento das
economias locais e para o desenvolvimento das comunidades rurais.
Em Rondônia, o Sebrae atua diretamente no fortalecimento de cadeias produtivas
prioritárias, como piscicultura, cafeicultura, pecuária leiteira e
castanha-do-Brasil. A instituição busca aumentar a produtividade e
competitividade dos pequenos produtores, auxiliando-os na inserção em novos
mercados e na ampliação de seus resultados e com olhar muito atento à sustentabilidade.
Muitos desses produtores já conquistaram reconhecimento nacional e
internacional, elevando Rondônia a um patamar de destaque no cenário econômico
e consolidando o estado como referência em diversos setores do agronegócio.
Apesar do grande potencial desses empreendedores, a falta de incentivos e a
elevada carga tributária ainda representam barreiras significativas para o
crescimento do setor. Pequenos agricultores enfrentam dificuldades relacionadas
ao crédito restrito, à infraestrutura precária e aos altos custos operacionais.
Da mesma forma que ocorre no campo, micro e pequenos empreendedores urbanos
também enfrentam desafios que podem comprometer o desenvolvimento da economia.
Segundo o Sebrae, 42% da população brasileira está envolvida com o empreendedorismo,
e esse setor movimenta 30% do PIB nacional, gerando milhões de empregos. Para
que esses negócios prosperem, é essencial que o Estado e seus parceiros
ofereçam um ambiente regulatório mais favorável, reduzindo a burocracia e
incentivando o crescimento sustentável desses empreendedores.
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