Porto Velho (RO) segunda-feira, 18 de novembro de 2019
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Eleições 2018

PELO BEM DO BRASIL - Por William Haverly Martins


PELO BEM DO BRASIL  -  Por William Haverly Martins - Gente de Opinião

Aprendi com o tempo que existem vários tipos de sonhos, entre eles os que nunca deixarão de ser sonhos e os que podem se transformar em pesadelos. O mais emblemático deles é o sonho da igualdade, nascido no seio de pensadores religiosos criacionistas, ganhou a atenção de filósofos, evoluiu ao campo dos pensamentos sociais e se definiu como teoria comunista/socialista: tudo pertence ao Estado, em contrapartida, o Estado trata a todos de forma igualitária. Este sonho habitou, habita a juventude – ideologia! – durante um bom pedaço de tempo. Apesar de várias tentativas de colocá-lo em prática, nunca ultrapassou a fronteira dos devaneios, mas, feito zumbi, não se deixa matar nem pelos escombros do muro de Berlim.

Grande parte desses jovens, inclusive eu, ao estudar mais profundamente a evolução da teoria comunista no mundo, aprisionou o sonho impossível nas masmorras do esquecimento, por impraticabilidade. É impossível reproduzir aqui o número de pensadores que foram comunistas e se libertaram da pecha, cito apenas alguns: Paulo Francis, Olavo de Carvalho, Arnaldo Jabor, Lobão.  Permito-me lembrar duas frases do imortal Paulo Francis: “Marx escrevendo sobre dinheiro é como padre falando sobre sexo”.  “O PT diz ter um programa operário. Mas é um programa de radicais de classe média que imaginam representar a classe operária, e não os operários, porque estes querem mesmo é se integrar à sociedade de consumo, ter empregos, boa vida etc. Não lhes passa pela cabeça coisas como socialismo.”

Nos primeiros anos de Faculdade de Direito, na UFBA, décadas de 60/70, a gente era obrigado a ler o Capital, a arrotar conhecimentos de esquerda, recitar Marx, Lenin, Stalin, Trotsky, Gramsci, Mao, Ho Chi Mim e tantos outros. Ai do acadêmico que não conhecesse a lição esquerdista de cor, tudo em nome de um sentimento de igualdade que jamais existiu e jamais existirá: nunca, enquanto povo, seremos tratados, por um governo, como iguais.

Por outro lado, o ser humano gosta de ser diferente, gosta de competir; desde a geração somos vítimas da competitividade dos espermatozoides. O capitalismo, o livre mercado, é o regime econômico mais bem sucedido no mundo e ao associar-se à democracia é imbatível.

Alguns países capitalistas vem promovendo com sucesso a socialização do lucro. A ideia está em processo de evolução, se espalhando e se solidificando, onde já existe. A África do Sul é um exemplo que vem progredindo, que vem dando certo. Taí um tema salutar aos nossos pensadores de esquerda, apegados ao que não deu, nem dará certo.

Se compararmos a Rússia e a China de ontem e de hoje, os dois Vietnam, as duas Coréias, as duas Alemanhas, a situação de penúria em que vivem Cuba e a Albânia, etc. etc., teremos uma noção crítica do mal que o comunismo faz a uma nação. Hoje não existe um único país socialista bem sucedido, que sirva de parâmetro aos que defendem o comunismo/socialismo no mundo. Em países como a Venezuela e a Nicarágua é um sonho  que virou pesadelo.

No Brasil, em 14 anos de desgoverno, a esquerda petralha e seus associados quase acabaram com o país, promovendo uma corrupção desenfreada, iludindo o povo com bolsas populistas de toda ordem e promessas de palanque. Chegaram ao absurdo de consumir nossas reservas monetárias para ajudar outros países de esquerda, via BNDES.

A corrupção petista/socialista é tão sem critérios que acabou criando bolsões de capitalistas, beneficiando banqueiros, grandes empresários e empreiteiras. Era tanto dinheiro, que eles se perderam na distribuição, só para o Instituto Lula foram designados mais de seis bilhões de reais, desviados da Petrobrás e de propinas de obras inacabadas, como a transposição do Rio São Francisco, o asfaltamento de rodovias e a construção de ferrovias que ligariam o país de ponta a ponta, de grande valia aos brasileiros.

Ainda bem, o tempo permitiu que parte do povo brasileiro alcançasse um estágio que os filósofos chamam de pensamento crítico, capaz de identificar e refutar os redutos da esquerda caviar, como o de alguns professores universitários que estacionam os seus carrões, antes de pregarem o socialismo e a continuidade do voto absurdo no PT, aceitando a corrupção sem freios, sob o argumento estúpido de que votar em Bolsonaro é voltar ao tempo da ditadura militar.

Professores da Faculdade Católica se fazem de vítimas e emitem pensamentos aos seus alunos, que beiram as raias da insensatez e da ingenuidade: - se Bolsonaro ganhar eu serei fuzilado, outro diz: eu irei parar num campo de concentração, priorizando um discurso de ódio e retrocesso, atribuído ao candidato do PSL. Não conseguiram o intento de modificar o voto, porque os alunos não são bobos e sabem que Bolsonaro não é fascista e muito menos nazista. Sabem que o velho capitão representa a única opção de mudança no país, usando meios constitucionais, por isso votam nele.

O país inteiro está cansado de tanta corrupção: o PT evoluiu de dinheiro na cueca a dinheiro em uma sala inteira de um apartamento. Não se conformam em deixar as tetas da nação, não pretendem abandonar o osso suculento, nem querem ser presos, pregando a impunidade e a injustiça. Lembrem que a promessa da campanha de Haddad fala em fazer o dinheiro girar: girar pelos cofres do instituto Lula, girar pelos bolsos dos correligionários, acostumados ao bolsa corrupção.

Embora tentem, os petistas não conseguirão manipular mentiras em prol da vitória nas urnas: mudaram a tradicional cor do partido, tentam apagar do plano de governo do Haddad qualquer vestígio de partido comunista, de modificação da constituição, querendo iludir o senso crítico da população. Os comunistas Haddad e Manuela agora são católicos, patriotas, contra a violência, quando todo mundo sabe que o socialismo não tolera religiões e que os chefões petistas cometeram crimes graves, como o sumiço do prefeito Daniel de Santo André; sem contar que a sua vice é declaradamente anticristã. Só os desinformados se deixam enganar e esses são minoria. Nem o discurso absurdo de que a esquerda é culta e a direita ignorante, surgido nos corredores da USP e espalhado a outras universidades, para doutrinar neófitos, consegue arregimentar adeptos.

Bolsonaro passou a ser o responsável por tudo de ruim que acontece no país, uma briga política na Bahia é motivo de destaque nacional; esquecem as mortes violentas diárias nos demais estados brasileiros, ao longo desses últimos anos petistas. Esquecem que o Rio de Janeiro está sob intervenção federal porque os cariocas não aguentavam mais tanta violência, e é bom lembrar que os petralhas estão no poder desde 2003, saindo em 2016, quando o Congresso e o STF passaram o poder a Temer, o vice da Dilma, ou seja, tudo farinha do mesmo saco.

A opção que o primeiro turno nos deixou é o voto em Bolsonaro, o saudosismo Lulista cheira a nostalgia. A doutrina democrática nos ensina que só pelo voto conseguiremos mudar, e este é o tempo da mudança, não dá mais pra esperar. Somos Bolsonaro, vamos todos votar no 17, pelo bem do Brasil.

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