Porto Velho (RO) terça-feira, 12 de novembro de 2019
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Eleições 2018

O PT VAI TOMAR O PODER - Por William Haverly Martins


O PT VAI TOMAR O PODER - Por William Haverly Martins - Gente de Opinião

O PT VAI TOMAR O PODER
Por William Haverly Martins


São muitas as frases inconsequentes, ditas no calor da emoção, especialmente em época de eleição, e pior ainda, às vésperas do lulismo/petismo ser despejado de vez do poder. A imprensa esquerdista, preocupada em modificar um quadro político irreversível, retirou as palavras iniciais da frase do Eduardo Bolsonaro, futuro presidente da Câmara de Deputados, para que parecesse que era dele a íntegra da frase dita há 4 meses, em tom de piada e totalmente fora de contexto: O pessoal até brinca lá, se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo.

Há alguns dias ouvimos o ex-todo-poderoso petista, José Dirceu, dizer a plenos pulmões que “o PT não vai ganhar a eleição, mas vai tomar o poder, e não percebemos nenhuma indignação do Sr. FHC, do MPF, nem do presidente do STF e muito menos do decano da mais alta corte do País. Se pesarmos e medirmos as frases, na Balança da Justiça, concluiremos que a do senhor José Dirceu é muito mais grave, embora reconheçamos que também foi dita no calor da emoção, por quem estava acostumado a ditar ordens. Não é fácil perder!

Tomar o poder, significa à força, à revelia do Poder Judiciário, à margem da Constituição Federal.

Ninguém se indignou com a senadora Gleisi Hoffmann, quando ela pediu ajuda aos árabes, via TV Aljazira, para libertar Lula, porque sabia-se que era um pedido inconsequente, apaixonado, fora de qualquer contexto. Ainda assim foi uma frase infeliz e mais grave do que a do Eduardo.

A esquerda está tão traumatizada com o sucesso de um militar, que basta citar um soldado e um cabo, qualquer que seja o contexto, para que ela trema na base. Imaginem se a frase fosse dita pelo próprio Bolsonaro ou pelo General Mourão? A imprensa petista já estaria dizendo que era golpe. O único golpe que se avizinha é o das urnas, de forma democrática. Golpe do povo brasileiro que cansou de tanta corrupção.

Muita gente aplaudiu o ex-presidenciável Ciro Gomes, quando ele gritou em rede nacional de TV que se fosse incomodado pela Lava Jato receberia à bala, a turma do Sérgio Moro. Ninguém protestou com a mesma veemência que estão dando à frase do filho do Bolsonaro. O “coronel” Ciro está acostumado a bravatas. Dói perder para um capitão da reserva do glorioso Exército Brasileiro!!!

Por outro lado, somos obrigados a reconhecer que ultimamente o STF vem buscando os holofotes, se expondo a críticas, salvo raras exceções. A vida nos ensinou, em lição extraída do futebol, que juiz bom é aquele que não aparece. Mas nossos vaidosos ministros do STF estão sempre na mídia. É inesquecível a frase de Lula sobre importantes órgãos republicanos:

"Nós temos um Supremo totalmente acovardado, nós temos um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado, um Parlamento totalmente acovardado, somente nos últimos tempos é que o PT e o PC do B acordaram e começaram a brigar.”  

As inúmeras trapalhadas espalhafatosas patrocinadas por certos ministros fizeram com que o STF perdesse o seu status de Corte íntegra, inatacável. A maior de todas foi o impeachment meia-boca. Onde já se viu um presidente do STF se juntar ao presidente do Senado para modificarem o artigo 52 da Constituição? O texto constitucional é claro como água de bica. Prevê que o impedimento deve ser votado junto com a proibição de exercer cargos públicos; mas não foi esse o entendimento da Suprema Corte que optou por uma decisão política esdrúxula, emudecendo os professores de Direito Constitucional, em sala de aula.

Recentemente o ministro Raul Jungmann, em entrevista, referindo-se aos governos do PT, entre outras coisas, disse: “Até pra roubar tem que ter limite. O PT não tem superego e está se lixando para a moral. Tudo que é bom para mim é bom para o povo brasileiro, pensam eles.”

Todavia, enquanto cidadão, fiquei satisfeito com a serenidade da afirmação da presidente do TSE, respondendo aos jornalistas sobre a frase do Eduardo: “As instituições brasileiras estão funcionando normalmente, os juízes brasileiros não devem “se abalar” com uma declaração que é de todo inadequada.”

Mais satisfeito fiquei com as desculpas educadas do deputado Eduardo Bolsonaro: "Se fui infeliz e atingi alguém, tranquilamente peço desculpas e digo que não era minha intenção. Estamos à beira de uma eleição que após ser concluída, sacramentará um governo legítimo, eleito pelo maioria dos eleitores, que terá tudo para unir os brasileiros e seguir a constituição, atitude que não é defendida pelo PT.”

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