Porto Velho (RO) terça-feira, 19 de novembro de 2019
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Eleições 2018

HADDAD, O DESAPOIADO - Por Ana Clara Machado


HADDAD, O DESAPOIADO - Por Ana Clara Machado - Gente de Opinião

HADDAD, O DESAPOIADO
 Ana Clara Machado*


Vejam só, queridos leitores, a que ponto chega a cara-de-pau do preposto  do seu patrono encarcerado em Curitiba : foi à Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tentar um apoio a sua candidatura.

Não sei se vocês recordam que o ateu Lula teve muitas dificuldades em camuflar essa sua opção religiosa nas campanhas que fez para a presidência da República. Como se sabe, a maioria desses adeptos às ideologias vermelhas são ateus. Porém, para confundir a grande massa dos teístas, o jararaca se fingiu de crédulo em Deus pensando na imenso número de votos que perderia face a essa condição.  Por isso, até hoje, não entra na minha cachola o fato de alguns religiosos cristãos, especialmente católicos, apoiarem o partido desse indivíduo — principalmente depois dos grandes males praticados contra o povo brasileiro.

Como toda pessoa que pensa com razoável lógica, o grande desejo desses partidos de esquerda é tomar o poder para que seus líderes se tornem ditadores, que logo viram tiranos como um monte deles que a história mostrou e mostra até hoje. Então, esse slogan mentiroso que serve de passaporte para suas ascensões ao poder, que proclama  “o poder do povo para o povo”, é uma deslavada bazófia sobejamente comprovada. No discurso, oferecem o céu para todos; na prática, o céu é para seus chefões e apaniguados, e o inferno para o povo que deles depende. Vejam o exemplo de Cuba e, para encurtar a conversa, da Venezuela. O PT sempre apoiou esses governos corruptos, cruéis e desumanos.

Voltemos à visita do garoto de Lula à CNBB. Chegou lá com cara de anjo, tentou convencer os bispos de que aceitaria todas as propostas da instituição, mas não colou. Logo que o cidadão se despediu, uma nota oficial foi divulgada pela Confederação que diz que não o apoia. Apenas para justificar essa conclusão, uma única reivindicação do documento põe por terra as esperanças de aval ao preposto do maior esquema de corrupção já implantado neste país: “combate rigoroso a corrupção”.  Convenhamos que achar que o PT cumpra uma meta como essa é, no mínimo, risível. Só uma extinção do partido, levando junto também o seu candidato à presidência e seu chefe, poderia cumprir tal promessa.

A busca de apoio a um segmento religioso demonstra a preocupação do PT com a sequência de apoios dados, sem contrapartida, de graça como todos os demais, ao candidato Jair Bolsonaro por diversas denominações religiosas evangélicas através dos seus líderes mais proeminentes, como Edir Macedo, Silas Malafaia e Valdemiro Santiago.

O PT e seus militantes têm determinação inabalável com vistas ao poder, mesmo que para isso usem métodos de toda a espécie, inclusive os ilegais e até abomináveis. Agora, que estão no bico do corvo, tentarão exaurir seus ardis ao extremo. Mas não lamento em lhes prever que o tempo desses malfeitores acabou. Para reforçar a sustentação desta previsão, valho-me da célebre  frase de Abraham Lincoln: “Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por muito tempo; mas não se pode enganar a todos o tempo todo”. Um dia, portanto, a verdade fala mais alto. Já consigo ouvir as trombetas que anunciam esse novo porvir dito pela verdade. E você?

Pedagoga*

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