Porto Velho (RO) domingo, 23 de setembro de 2018
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Eleições 2014

Expedito Júnior diz que Estado precisa socorrer os desabrigados


As famílias atingidas pela cheia histórica dos rios Madeira, Mamoré e
Guaporé estão no esquecimento e o alojamento improvisado pela Defesa Civil
no parque dos tanques, em Porto Velho, pode se tornar definitivo, caso não
haja uma ação rápida de governo. As promessas firmadas pelo poder público
não saíram do papel e até o momento não existe uma ação concreta para
tirar Rondônia da situação de calamidade pública.

A declaração é do candidato ao governo de Rondônia, Expedito Júnior
(PSDB), ao afirmar que o governo existe de fato para amparar as pessoas
que estão em situação de emergência, mas é necessário colocar em práticas
ações rápidas para amenizar o sofrimento de quem não tem onde morar e
enfrenta hoje calor de mais de 34 graus em barracas improvisadas.

Para o candidato, o poder público não pode ficar esperando ajuda
financeira do governo federal para somente depois do repasse federal tomar
medidas administrativas locais. “O estado é rico e forte, mas é necessário
ter um bom gestor e fazer poder público andar. Essas famílias foram
retiradas de suas casas no mês de fevereiro, quando o nível das águas
subiu. Estamos no mês de agosto e até hoje essas famílias permanecem nas
barracas aguardando a transferência para outra área. O período da próxima
cheia está se aproximando e não se tem uma política concreta em benefício
dessas famílias”, disse.

As promessas feitas pelo governo federal não foram cumpridas, na avaliação
de Expedito Junior, ao citar como exemplo o atraso no pagamento da segunda
parcela do seguro defeso aos 5 mil pescadores do Estado. “Quem fez essa
promessa de prorrogar o seguro defeso foi a presidente Dilma Rousseff,
ocasião em que esteve em Porto Velho durante visita ao Estado no dia 16 de
março. Não se vê alguém do governo do Estado preocupado em solucionar os
problemas dos pescadores de Porto Velho, Guajará, Mirim e Nova Mamoré”.

Somente em Porto Velho, mais de 1300 famílias foram atingidas pela cheia
do Madeira que atingiu 19,75 metros, deixando isolado por mais de 60 dias
os municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim. Os prejuízos para Rondônia
foram mais de R$ 5 bilhões e, segundo o candidato, não se vê um plano
econômico de governo para recuperar as perdas financeiras decorrentes da
enchente.

“No caso da população de Nazaré, distrito de Porto Velho atingido 100% com
a cheia, foi preciso encaminhar para a governadoria um documento com mais
de 600 assinaturas pedindo celeridade no processo de desocupação de uma
área para assentar as famílias. Um governo sério sabe que medidas dessa
natureza devem ser priorizadas. Se a situação é complicada para as
famílias que estão em Porto Velho, sede do Palácio do Governo, pior está
nas cidades de Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Costa Marques e distritos, onde
os agricultores estão longe dos olhos do governo e vivem em situação de
abandono.”

Fonte: Ascom

 

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