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Eleições 2014

EXPEDITO GARANTE RETOMAR OBRAS DE ÁGUA E ESGOTO


 
Treze pessoas morreram no ano passado em Rondônia por doenças decorrentes da falta de saneamento
O investimento em saneamento básico, serviço essencial, mas desprestigiado pelos governantes principalmente em função da falta da visibilidade por ter as obras ‘enterradas’, será retomado em um eventual governo sob o comando do candidato pela coligação Frente Muda Rondônia, Expedito Junior. Segundo ele, água tratada e esgoto sanitário são “essenciais como forma de melhorar a qualidade de vida, prevenir doenças, aumentar a produtividade, proteger o meio ambiente e ainda, promover a expansão econômica”.

Na quinta-feira (11) o Instituto Trata Brasil e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) promoveram um seminário em Porto Velho, no auditório do Tribunal de Contas, sobre saneamento, no qual foi apresentado um estudo detalhado sobre a situação do serviço em Rondônia. O candidato, que passou boa parte da semana em campanha por municípios do Cone Sul, orientou sua equipe de planejamento a participar do evento para embasar ainda mais os estudos que estão sendo feitos para compor a política de saneamento que será posta em prática a partir de janeiro do próximo ano.

O Instituto Trata Brasil é uma OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, formado por empresas com interesse nos avanços do saneamento básico e na proteção dos recursos hídricos do país. O estudo “Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento no Estado de Rondônia” mostrou as consequências da falta de saneamento junto à sociedade e, principalmente, seus reflexos sobre a economia, indicando quais os benefícios econômicos que sua população teria com a universalização do saneamento.

Segundo o estudo, que tem base nos indicadores do Sistema Nacional de Informações do Saneamento (SNIS) em Rondônia, dois em cada três habitantes ainda não tem acesso à água tratada e a parcela da população com coleta de esgoto é baixíssima, em torno de 3%. Isso coloca Rondônia, juntamente com Pará e Amapá, entre as unidades da Federação com as piores marcas em termos de saneamento.

Por aqui ainda ocorrem mais de 4,4 mil internações por doenças infecciosas associadas à falta de saneamento, com 13 mortes registradas em 2013. Além do gasto com a saúde, o trabalhador que adoece se afasta do trabalho, comprometendo sua produtividade. No caso de crianças e adolescentes, a doença causa o afastamento da escola, com efeito expressivo sobre seu desempenho escolar.
Investimentos

Para a expansão do saneamento básico em Rondônia, o estudo estima a necessidade de R$ 3,6 bilhões. Para se ter uma idéia do volume, isso equivale a mais de 60% do orçamento anual. Deste valor, um terço deve ser investido no saneamento em Porto Velho, um terço para investimento em Ji-Paraná, Ariquemes, Vilhena, Cacoal, Jaru e Rolim de Moura, e outra parte para ser investida no restante dos municípios do estado.

Porto Velho foi a capital brasileira contemplada com o maior volume de recursos do PAC para saneamento nos últimos anos, mas muito pouco ou quase nada avançou. “Foram R$ 700 milhões que, por motivo de completa incapacidade administrativa do governo atual e do anterior, se transformaram numa grande incógnita. Projetos e licitações mal feitas fizeram com que o Tribunal de Contas da União paralisasse as obras. Não sabemos se ainda podemos contar com esses recursos. O certo é que vamos eleger uma bancada competente o bastante para buscar reaver essa verba”, diz Expedito.

Expedito disse que irá resgatar ainda o projeto de levar água tratada aos distritos de União Bandeirante e Vista Alegre do Abunã, além das comunidades ribeirinhas de São Carlos, Demarcação, Santa Catarina, Calama, Curicaca e populações quilombolas.

 

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