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Temer mata o PAC e faz orçamento retroceder oito anos

Depois de gastar mais de R$ 13 bilhões para comprar votos dos deputados para se salvar de investigação por corrupção, Temer faz cortes severos nos investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); os recursos devem cair ao menor nível nos últimos oito anos; criado pelo ex-presidente Lula, nos últimos anos alguns dos principais investimentos públicos em infraestrutura no país foram feitos pelo PAC, como obras em rodovias, ferrovias, energia elétrica e habitação; no orçamento de 2017, já aprovado pelo Congresso, a previsão de gastos para o PAC é de até R$ 36,07 bilhões. Temer bloqueou despesas e reduziu os recursos do programa em 45%; o programa Minha Casa, Minha Vida deve ser um dos mais afetados

13/08/2017 - [05:40] - Política

247 - Depois de gastar mais de R$ 13 bilhões para comprar votos dos deputados para se salvar de investigação por corrupção, Temer faz cortes severos nos investimentos do governo federal no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os recursos devem cair ao menor nível nos últimos oito anos poderão cair, em 2017, ao menor patamar em oito anos, segundo levantamento do G1.

Criado pelo ex-presidente Lula, nos últimos anos alguns dos principais investimentos públicos em infraestrutura no país foram feitos pelo PAC, como obras em rodovias, ferrovias, energia elétrica e habitação.

No orçamento de 2017, já aprovado pelo Congresso, a previsão de gastos para o PAC é de até R$ 36,07 bilhões. Temer bloqueou despesas e reduziu os recursos do programa em 45%.

Somente na última revisão orçamentária, o PAC perdeu R$ 7,48 bilhões, de acordo com levantamento do G1. Para o setor de construção civil, os cortes devem afetar programas como o Minha Casa, Minha Vida. 

Para o economista Raul Velloso, a revisão da meta fiscal que deve ser anunciada pela equipe econômica para este ano, aumentando o rombo fiscal, não vai liberar mais dinheiro para despesas dentro do PAC. "Eu imagino que os investimentos vão continuar baixos", disse.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, avalia que o corte de recursos do PAC vai afetar o Minha Casa, Minha Vida (MCMV). "Eles iam retomar uma série de obras. Provavelmente não vão retomar todas que seriam retomadas", afirmou Martins ao G1.

Nos seis primeiros meses de 2017, segundo números do Tesouro Nacional, os gastos do governo com o MCMV somaram R$ 1,4 bilhão. No mesmo período do ano passado foram R$ 2,99 bilhões. As despesas do Minha Casa no acumulado deste ano são as menores, para este período, desde 2010.


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