Porto Velho,
Rss Canal YouTube Facebook Twitter


Janot: e-mails mostram que Miller ajudava JBS enquanto ainda era procurador

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que tem provas de que Marcello Miller, ex-procurador da República, atuou em favor do grupo JBS durante o período em que trabalhou no Ministério Público Federal (MPF); ao pedir a prisão do ex-procurador, que foi rejeitada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, Janot indicou que e-mails de um escritório de advocacia mostram que Miller auxiliou a empresa no acordo de leniência com o órgão; "Há, por exemplo, trocas de e-mails entre Marcello Miller e advogada do mencionado escritório, em época em que ainda ocupava o cargo de procurador da República, com marcações de voos para reuniões, referências e orientações a empresa J&F e inícios de tratativas em benefícios à mencionada empresa"

12/09/2017 - [05:02] - Política

Agência Brasil - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tem provas de que Marcello Miller, ex-procurador da República, atuou em favor do grupo JBS durante o período em que trabalhou no Ministério Público Federal (MPF). Ao pedir a prisão do ex-procurador, que foi rejeitada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, Janot indicou que e-mails de um escritório de advocacia mostram que Miller auxiliou a empresa no acordo de leniência com o órgão.

Os documentos foram encaminhados à PGR pelo escritório que contratou Miller após ele deixar o MPF. "Há, por exemplo, trocas de e-mails entre Marcello Miller e advogada do mencionado escritório, em época em que ainda ocupava o cargo de procurador da República, com marcações de voos para reuniões, referências e orientações a empresa J&F e inícios de tratativas em benefícios à mencionada empresa", sustentou Janot.

Na sexta-feira (8), Fachin negou pedido de Janot para que Miller fosse preso por entender que ainda não há indícios para justificar a medida em relação ao ex-procurador, acusado por Janot de fazer "jogo duplo"em favor da JBS durante o período em que estava no Ministério Público Federal (MPF), antes de pedir demissão para integrar um escritório de advocacia que prestou serviços ao grupo empresarial.

Em nota, a defesa de Miller informou que o ex-procurador "nunca atuou como intermediário entre o grupo J&F ou qualquer empresa e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot ou qualquer outro membro do Ministério Público Federal".


Comentários

Preencha o formulário abaixo e clique em "Comentar" para enviar seu comentário


ComentÁrios Facebook


Mais Notícias

Opinião TV

+ Vídeos

publicidade

E-mail: [email protected] - [email protected]

Diretor Comercial Luiz Carlos Ferreira - Jornalista Responsavél Luka Ribeiro

Telefone: (69) 3221 4532 e (69) 3221 4532

Endereço: Av Getulio Vargas 2086 - Sala Comercial 5 , Bairro: Nossa Senhora das Graças - CEP: 76804-114

Cidade/Estado: Porto Velho/RO

É autorizada a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação,
eletrônico ou impresso, informando a fonte em nome de Gente de Opinião

Gente de Opinião | Copyright © 2017 | Todos os direitos reservados