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CHUTANDO O BALDE

William Haverly Martins é professor, escritor, vice-presidente da ACRM (Associação Cultural Rio Madeira), ex-presidente da ACLER (Academia de Letras de Rondônia), membro da AHMFPB (Academia de História Militar Forte Príncipe da Beira), fundador da ARL (Academia Rondoniense de Letras), onde ocupa a cadeira número três e recebeu o título de Presidente de Honra. Contato ([email protected]).

CHUTANDO O BALDE: LIBERDADE ACIMA DE TUDO

11/08/2017 - [11:55] - Opinião

LIBERDADE ACIMA DE TUDO

 

William Haverly Martins
 

Parte da esquerda brasileira — se é que temos esquerda no Brasil —, continua a chafurdar no passado e na mentira, na tentativa de esconder as evidências, de emergir dos escombros do portão de Brandemburgo. Já é tempo de a esquerda caviar tupiniquim saber que não existe nenhum demérito em mudar de opinião; ruim é divulgar conceitos e inverdades a alunos, jovens em processo de formação de caráter, que, feito papagaios, irracionalmente repetem, aos outros e a si mesmo, informações ouvidas em salas de aula, de pseudomestres , verdadeiros arautos das absurdidades da vida.

Blaise Pascal, Imannuel Kant e tantos outros pensadores diziam que não se envergonhavam de mudar de opinião, porque não se envergonhavam de pensar.  E é na via do pensamento racionalista que as opiniões são formadas e trocadas, conforme a evolução das ideias. Os pensadores evoluíram por milhares de anos do Crescente Fértil ao Renascimento, ao Iluminismo, para dar suporte aos pensadores contemporâneos, para que continuassem evoluindo e mudando de opinião, em todos os campos do conhecimento e da fabulação criativa. Só os ignorantes engessam suas ideias.

Se o comunismo/socialismo aplicados não deram certo no mundo, por que tentar ressuscita-los do viés histórico, retirá-los do mundo das utopias, para repicá-los em países terceiro mundistas, onde a ingenuidade das ideias não se conforma com as diferenças sociais advindas da livre iniciativa do capitalismo/democrático, da concorrência salutar, dos níveis de educação, de poucas práticas de corrupção e, essencialmente, de liberdade?

Somos obrigados a tolerar os que defendem, irracionalmente, o Lulismo, o Madurismo, filhos do bolivarianismo falido, e as ideias da esquerda “intelectual das universidades brasileiras como novos modelos de socialismo, mesmo sabendo que estão fadados ao fracasso, ainda na gênese.

Uma das inúmeras diferenças que me fizeram raciocinar e estudar a fundo o socialismo, antes de mudar de opinião sobre ele, durante minha passagem pela universidade, foi a falta de liberdade, a proibição de um cidadão sair de seu país para morar livremente em outro etc. O que move um jovem a fugir de Cuba, por exemplo, enfrentando o perigo, com risco de perder a vida, para chegar aos EUA? O culto à liberdade do capitalismo/democrático empolga e exemplifica com resultados. Pequenos ajustes nos excessos e seria um regime perfeito para ser copiado aqui e alhures.

É fácil, senadora Gleisi Hoffmann, defender Maduro, um tirano que fez da Venezuela uma ditadura, do alto de seus apartamentos de luxo na capital paranaense e em Brasília, ou com o saldo bancário elevado, fruto de salários senatoriais absurdos e da corrupção oriunda de propinas, segunda denúncias apuradas, geradoras de processo em andamento.  Por que não vai a Roraima, senadora, ouvir os motivos dos fugitivos/imigrantes, que se arriscam tentando ganhar a vida em um país estranho, para não morrer de fome?

Causa espécie anosotros que um professor universitário de Ciências Políticas repique em sala de aula de uma Faculdade de Direito da capital, que a culpa de todos as desgraças da América Latina é dos EUA, e ainda asseverar, com todas as letras, que as Torres Gêmeas da cidade de Nova Iorque foram derrubadas pelo presidente Bush, porque ele precisava se reeleger. Esse mesmo professor da esquerda caviar, pasmem!, divulga como mentira o passeio histórico de Neil Armstrong no solo lunar — segundo o pseudomestre, uma montagem cinematográfica dos americanos de Hollywood. Isso sem falar na apologia que ele faz a países como Cuba, Venezuela, China e Coreia do Norte. A que ponto chegamos!...

Apesar de alguns professores desse nível, espalhados pelas universidades brasileiras, instigando o pensador Olavo Carvalho a emitir um conceitoradical:querem ler asneiras? É só ler o que a USP produz! Continuo defendendo a educação, a informação, a busca da verdade científica, como solução  para nossos problemas. O resto é a ignorância, que tantos males tem causado à humanidade.

Sem informação e sem saber, continuaremos sendo massa de manobra, dona dos votos simplórios, capazes até mesmo de recolocar no poder partidos que estão destruindo a nação brasileira, salvo socorro do EB.

Regionalmente, dois dos senadores rondonienses, Cassol e Raupp, carimbados pela Lava Jato, réus em processos que se arrastam manhosamente pelas masmorras comprometidas do judiciário, já estão em fase preparatória para abocanhar o governo do estado. Valha-nos Deus!!!


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