Porto Velho,
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Lucio Albuquerque

José Lúcio Cavalcante de Albuquerque. É presidente da Academia de Letras de Rondônia. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional, desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo. Com um dos currículos mais completos do jornalismo rondoniense, Lúcio Albuquerque, graças ao seu diligente trabalho de apuração, ganhou prestigio e credibilidade na imprensa regional. Pela relevância do seu trabalho escreve para uma rede de sites e jornais de todo o Estado, honrando o gentedeopinião, com artigos de sua lavra. Jornalista e historiador, Albuquerque é testemunha ocular da explosão rondoniense, seja como repórter, ou fundador da primeira entidade representativa dos jornalistas, ainda no final dos anos 70.

CONTA GOTAS 24/06/10

24/06/2010 - [05:34] - Política

 

 

INSCRIÇÕES

Interessados em participar do seminário 50 anos da BR-364 já podem se inscrever. Informações com o acadêmico Ciro Pinheiro, pelo fone 9972-0069 ou pelo emeio ciropinheirojornalista@hotmail.com. O Seminário será dia 6 de julho, das 14 às 18 horas, no Teatro Banzeiros e a promoção é conjunta, da Academia de Letras de Rondônia com o Departamento de História e Arqueologia da UNIR.

 

SEGURANÇA

Será que teremos um esquema real de segurança nesta sexta-feira, antes, durante e depois da partida do Brasil? A pergunta vem a calhar, haja vista que nos 30 minutos antes dos jogos do Brasil muitos ciclistas, motociclistas, pedestres e motoristas parecem enlouquecidos, cobrando todas as regras de convivência e de respeito às leis do trânsito. Depois, então, vira zona. Na base de salve-se quem puder. E se a segurança não agir, o risco é muito grande de lamentos.

 

MOBILIZAÇÃO

Em Ariquemes existe um Conselho Municipal de Segurança Pública, implantado pelo ex-prefeito Confúcio Moura. A coisa funciona e as questões, inclusive reclamações contra som alto, vão ser discutidas ali. Que tal a administração porto-velhense começar a fazer funcionar isso por aqui. Agora, sem partidarismo, tratando a questão não como uma coisa do grupo no poder, mas, sim, como uma questão comunitária realmente.

 

ERRATA

Na coluna passada listei, de forma errada, as vias no sentido bairro-centro e centro-bairro, e o jornalista Ciro Pinheiro mandou a correção. As vias centro-bairro a partir do Roque até à Calama são: Abunã, Pinheiro Machado, Dom Pedro, 7 de Setembro e Amazonas. No sentido bairro-centro, são: Calama, Carlos Gomes e Raimundo Cantuária.

 

ELOGIÁVEL

A Seduc e a Semed deveriam levar os diretores de escolas, acompanhados de presidentes de APPs e membros de equipes técnicas dos colégios, para dar uma olhada na Escola Marcelo Cândia, um exemplo de limpeza, manutenção e gerenciamento, passando inclusive por um sistema de ensino formador de cidadania, e isso numa região apontada como de alto nível de carência.

 

PARTICULARES

Inclusive as particulares poderiam entrar no pacote.

 

DATAS DE RONDÔNIA

Dia 24 – Em 1914 – Fundada em Porto Velho a Irmandade Beneficente Santa Bárbara, estabelecida em 1916 no bairro do Mocambo (Antonio Cantanhede, Achegas para a História de Porto Velho)

Dia 25 – Em 1931 – A Madeira-Mamoré Railway requer junto à Vara da Justiça Federal (RJ) que o Governo brasileiro assuma a direção da EFMM (Francisco Matias – Pioneiros – Ocupação Humana e Trajetória Política de Rondônia)

Dia 26 – Em 1872 – Equipe de engenheiros e trabalhadores ingleses desembarca em Santo Antonio, onde seria o ponto inicial da Madeira-Mamoré (Antonio Cândido da Silva, Enganos da Nossa História)

Dia 26 – Em 1989 – Entra em funcionamento a turbina 1 da hidrelétrica de Samuel, àquela altura ainda no município de Porto Velho  (João Vilhena, Retalhos da História de Ji-Paraná)

Dia 27 – Em 1963 – Ari Marcos da Silva toma posse como governador do Território (Professora Tereza Chamma, Calendário de Guajará-Mirim)

 

 

DEU NA INPREMÇA

 

CADÊ A PRISÃO?

Seu Benu recortou a notícia, leu concentradamente, o que faz sempre que encontra alguma coisa fora do lugar e aí questionou: “Cadê a prisão?”, perguntava ele, daquele jeito que, sei, não tinha como responder,

“Primeiro que a notícia foi feita inteira sobre um relatório policial, típico BO (Boletim de Ocorrência), e não leva o leitor à anunciada, na manchete, prisão do acusado”, reclamou.

O título da matéria do jornal Estadão desta terça, dia 23, era: “Falso pastor é preso acusado de abuso”.

“A nota tem toda informação logística, mas não cita a acusação (abuso) nem tampouco diz que o cara foi preso, apenas que os policiais estariam “efetuando diligências” para localizar o alvo”, disse seu Benu, acrescentando: “Tem cara por aí se dizendo jornalista mas na realidade está é confundindo a cabeça do leitor”.

Eu li, reli, e concordei com ele.

 

Lúcio Albuquerque

jlucioalbuquerque@gmail.com

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